Bom dia amados(as) do Senhor!
Estamos iniciando um novo ano e junto com ele novas expectativas aumentam nossa esperança de vivermos dias melhores.
A PIBAPE viveu momentos muitos especiais em 2014, o ano da decisão! Agora, em 2015, estamos sendo desafiados a viver o ano da multiplicação.
Neste primeiro dia do ano gostaria de convidá-los a refletir um pouco sobre a "decisão", pois se não decidirmos viver uma nova vida, a multiplicação não virá.
Em Genesis 11:26-32 temos o prelúdio da história de Abraão, um homem que tem muito a nos ensinar sobre multiplicação:
"Aos 70 anos, Terá havia gerado Abrão, Naor e Harã. Esta é a história da família de Terá: Terá gerou Abrão, Naor e Harã. E Harã gerou Ló. Harã morreu em Ur dos caldeus, sua terra natal, quando ainda vivia Terá, seu pai. Tanto Abrão como Naor casaram-se. O nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mulher de Naor era Milca; esta era filha de Harã, pai de Milca e de Iscá. Ora, Sarai era estéril; não tinha filhos. Terá tomou seu filho Abrão, seu neto Ló, filho de Harã, e sua nora Sarai, mulher de seu filho Abrão, e juntos partiram de Ur dos caldeus para Canaã. Mas, ao chegarem a Harã, estabeleceram-se ali. Terá viveu 205 anos e morreu em Harã."
Este ano aprenderemos muito com a história de Abraão, mas hoje a nossa reflexão será a partir da vida do seu pai: Terá. Embora o texto no bíblico não nos traga muitas informações, podemos extrair algumas possibilidades de reflexão.
Terá teve três filhos: Abrão, Naor e Harã. Eles viviam na cidade de Ur dos caldeus. Seus filhos se casaram, mas Harã faleceu em sua cidade natal. O chefe da família, Terá, resolveu levar sua família para uma nova terra, conhecida pela prosperidade, ou seja, resolveu buscar condições de vida melhores para sua família. Eles estavam a caminho de CANAÃ, a terra que Deus prometeu a Abraão posteriormente! Entretanto, ao passarem por uma cidade chamada Harã, ficaram por lá mesmo, não cumpriram o plano de prosseguir para Canaã. O texto não nos diz os motivos, mas se pararmos para pensar, a cidade tinha o mesmo nome do filho falecido e a decisão de permanecer ali foi de Terá, o chefe da família.
Será que o nome da cidade influenciou as emoções de Terá? Será que ele ainda estava preso ao passado sofrido com a perda de um filho querido? O texto não nos dá claramente essas respostas, mas o fato é que eles permaneceram ali. Terá decidiu não prosseguir.
Quantas vezes nós nos prendemos a um passado que não nos permite avançar? Quantas coisas precisaremos deixar em 2014 para viver 2015? Precisamos entender que as decisões que tomamos hoje trarão consequências para o nosso futuro!
Que neste novo ano a nossa maior decisão seja multiplicar! Que nada nos faça retroceder ou parar no meio do caminho! Portanto, permaneçamos firmes e constantes nesta decisão!
Que Deus nos abençoe!
Com carinho, da sua irmã em Cristo, Jéssica Coelho.
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