domingo, 19 de julho de 2015

0 Trabalho em Equipe

Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno. Foram primeiro ao inferno e, ao abrirem uma porta, o homem viu na sala um grande caldeirão cheio de sopa, e à sua volta várias pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher de cabo muito comprido que lhes permitia alcançar facilmente o caldeirão, mas não as deixava colocar a sopa na própria boca, por isso o sofrimento era grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira, onde havia também um grande caldeirão, pessoas em volta e colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam felizes e satisfeitos. Não havia fome, nem sofrimento.
O homem então, curioso, comentou:
– Deus, eu não compreendo. Se é tudo igual, por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala elas sofrem tanto?
Deus sorriu e respondeu:
– É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros.
Segundo Walt Disney: “Você pode sonhar, criar, desenhar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo, mas é necessário ter pessoas para transformar seu sonho em realidade”, mas para que o sonho de um mundo melhor se estabeleça – seja “este mundo” a sua casa, a sua família, o seu casamento, as suas amizades, o seu bairro, a sua cidade, o seu departamento, a sua empresa ou o seu país – é preciso que as pessoas envolvidas substituam o egoísmo pelo altruísmo, e então se disponham a colaborar com aquilo que têm de melhor para que os outros sejam felizes. Se todos buscarem pensar e agir assim, as coisas seriam muito mais fáceis.
Vivemos uma época que nos induz a pensar que ter é mais importante que ser, que manter as aparências é mais importante que manter o caráter, a integridade e a confiança, e que pra sermos bem sucedidos precisamos cuidar para que o “nosso quadrado” não seja invadido. E com isso, muitas vezes, nos esquecemos de que somos seres sociais, e que não estamos neste mundo para viver, mas para conviver, viver juntos, e também juntos buscarmos algo melhor para todos.
Só existe, portanto, uma solução para transformar “infernos” em “céus”: que alguém decida deixar de olhar apenas para si mesmo, e comece a olhar para aqueles que estão ao seu redor e então use a sua “colher” para alimentá-los. Com o tempo, todos perceberão que essa é a única maneira de criar um ambiente onde dividir significa compartilhar; esse é o milagre da multiplicação.
E a grande noticia é que esse alguém pode ser você, e essa decisão depende apenas e exclusivamente de uma pessoa: você! E então. Vamos nessa?

Extraído de : http://www.blogdofabossi.com.br/2015/05/dividir-para-multiplicar-trabalho-em-equipe/

sábado, 28 de março de 2015

0 Multiplicando o que Deus tem confiado a mim.

"Que o Senhor tem confiado a seus servos?"
Salvação da alma é o bem maior confiado ao ser humano. Todos os servos têm condições de multiplicar o que o Senhor lhe confiou pois foram revestidos com autoridade para isso. 
Quem realmente é servo obedece, dedica-se e multiplica. Deus tem nos concedido muitos talentos ao longo de nossa vidas e de nossa caminhada espiritual, nos tem confiado sempre mais, nos abrindo portas para a evangelização e criando oportunidades. Porventura, em algumas ocasiões somos omissos diante daquilo que Ele nos tem confiado, pois nos colocamos na posição de incapazes. Não podemos que Deus faça e realize tudo em nossa vida, é necessário que façamos aquilo que Ele nos ordenou:"Ir por todo o mundo e pregar a sua palavra de salvação." Andreia Gomes Machado.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

0 Prestem culto ao Senhor com alegria, entrem em sua presença com cânticos alegres.

Salmo 100.2 NVI
Continuando nossa série no Salmo 100, um dos mais conhecidos entre todos, sempre temos algo novo para aprender, pois a Palavra de Deus é “viva”. É um grande contraste pensar no período em que fora escrito este salmo. Quando o cultuar ao Senhor, ou serví-lo de forma sacerdotal, era através de sacrifícios de animais, entre outros elementos.
Este salmo marca um período transitório pois a partir do reinado de Davi, instrumentos de música são inseridos ao serviço levítico.  O canto também se torna uma prática diária e muito utilizada nas reuniões solenes do povo de Israel, conforme vemos em 1 Crônicas 25.7. Desde então somos convidados a oferecer ao nosso Deus sacrifícios vivos, santos e que agradam o coração do Pai (Rm12.1).
Enquanto que o degolar animais e depois oferecê-los como oferta queimada deveria trazer algo desagradável aos olhos. É certo que o entoar expressões de veneração, de contemplação e de gratidão, tinham um efeito bem diferente no interior dos adoradores do Senhor.

Cânticos alegres representam o resultado da fé daqueles que temem o Senhor e andam em seus caminhos. Mesmo em meio às adversidades podemos cantar o hino da vitória, com alegria. Pois somos chamados a sermos “mais que vencedores”.
Cante ao Senhor sempre e com alegria!  


Seu irmão, seminarista Alexander Santanna.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

  Aconteceu nestes últimos dias, a semana de oração na PIBAPE, a primeira semana de oração do ano, onde falamos todos os dias sobre intimidade. Uma pergunta durante essa semana surgiu em meu coração e tem me feito refletir muito, que é: Será que realmente temos buscado intimidade com Deus?
  Para sermos íntimos de Deus, é necessário investir tempo no relacionamento com Ele. Investir tempo de qualidade, para que possamos falar com Deus e ouvir a Sua voz, entender o direcionamento dEle para as nossas vidas, e assim construirmos um relacionamento íntimo com Ele.
 “...Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.
Eu me deixarei ser encontrado por vocês", declara o Senhor..." Jeremias 29:13-14a

Ir. Thaís Coutinho 

0 Aclamem o Senhor todos os habitantes da terra!

  No inicio do ano da multiplicação somos convidados pelo salmista a aclamar, celebrar, festejar, saudar com aplausos, um convite a todos os habitantes da terra. O que nos confronta com uma responsabilidade enorme: “anunciar as grandezas do Senhor a todas as nações”. Uma tarefa assustadora, porém possível, tarefa esta que já fora iniciada pelos primeiros discípulos e que cabe agora à nossa geração.  Como costumo dizer, o modo de realizar uma grande obra é fazer uma coisa de cada vez.

  Começando no nosso lar, na nossa casa vamos render graças ao Senhor pelo que Ele tem feito em nossa vida, em nossa família, e, isto resultará em muita glória para o Senhor. Convide amigos, vizinhos, parentes e celebre o Senhor. 

Sem. Alexander Santanna

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

0 Momento de Reflexão

Bom dia amados(as) do Senhor!

Estamos iniciando um novo ano e junto com ele novas expectativas aumentam nossa esperança de vivermos dias melhores.

A PIBAPE viveu momentos muitos especiais em 2014, o ano da decisão! Agora, em 2015, estamos sendo desafiados a viver o ano da multiplicação.

Neste primeiro dia do ano gostaria de convidá-los a refletir um pouco sobre a "decisão", pois se não decidirmos viver uma nova vida, a multiplicação não virá.

Em Genesis 11:26-32 temos o prelúdio da história de Abraão, um homem que tem muito a nos ensinar sobre multiplicação:

"Aos 70  anos, Terá havia gerado Abrão, Naor e Harã. Esta é a história da família de Terá: Terá gerou Abrão, Naor e Harã. E Harã gerou Ló. Harã morreu em Ur dos caldeus, sua terra natal, quando ainda vivia Terá, seu pai. Tan­to Abrão como Naor casaram-se. O nome da mulher de Abrão era Sarai, e o nome da mu­lher de Naor era Milca; esta era filha de Harã, pai de Milca e de Iscá. Ora, Sarai era estéril; não tinha filhos. Terá tomou seu filho Abrão, seu neto Ló, filho de Harã, e sua nora Sarai, mulher de seu filho Abrão, e juntos partiram de Ur dos caldeus para Canaã. Mas, ao chegarem a Harã, estabeleceram-se ali. Terá viveu 205  anos e morreu em Harã."

Este ano aprenderemos muito com a história de Abraão, mas hoje a nossa reflexão será a partir da vida do seu pai: Terá. Embora o texto no bíblico não nos traga muitas informações, podemos extrair algumas possibilidades de reflexão.

Terá teve três filhos:  Abrão, Naor e Harã. Eles viviam na cidade de Ur dos caldeus. Seus filhos se casaram, mas Harã faleceu em sua cidade natal. O chefe da família, Terá, resolveu levar sua família para uma nova terra, conhecida pela prosperidade, ou seja, resolveu buscar condições de vida melhores para sua família. Eles estavam a caminho de CANAÃ, a terra que Deus prometeu a Abraão posteriormente! Entretanto, ao passarem por uma cidade chamada Harã, ficaram por lá mesmo, não cumpriram o plano de prosseguir para Canaã. O texto não nos diz os motivos, mas se pararmos para pensar, a cidade tinha o mesmo nome do filho falecido e a decisão de permanecer ali foi de Terá, o chefe da família.

Será que o nome da cidade influenciou as emoções de Terá? Será que ele ainda estava preso ao passado sofrido com a perda de um filho querido? O texto não nos dá claramente essas respostas, mas o fato é que eles permaneceram ali. Terá decidiu não prosseguir.

Quantas vezes nós nos prendemos a um passado que não nos permite avançar? Quantas coisas precisaremos deixar em 2014 para viver 2015? Precisamos entender que as decisões que tomamos hoje trarão consequências para o nosso futuro!

Que neste novo ano a nossa maior decisão seja multiplicar! Que nada nos faça retroceder ou parar no meio do caminho! Portanto, permaneçamos firmes e constantes nesta decisão!

Que Deus nos abençoe!

Com carinho, da sua irmã em Cristo, Jéssica Coelho.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

0 NÃO PERCAM

3º Sábado Kids

Tragam os seus filhos, teremos muitas brincadeiras.




 

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